quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O PODER DA SOMBRA




Lá das profundezas de seu lar invisível, em nossa psique, a sombra exerce um enorme poder sobre nossa vida. Ela determina o que podemos ou não fazer, o que nos atrairá de maneira irresistível e aquilo que evitaremos a qualquer custo. Isso explica o mistério de nossas atrações e repulsas e determina o que vamos amar e o que iremos julgar ou criticar. Nossa sombra influencia que raça ou classe de pessoas aprovaremos, ou com quem iremos nos relacionar, se seremos religiosos ou ateus, em que partido político votaremos e que causas iremos apoiar ou ignorar.
Ela nos diz quanto dinheiro temos direito de ganhar e determina se o gastamos de forma sábia ou o desperdiçamos. É nossa sombra, nosso self oculto, que dita quanto sucesso temos direito de criar ou quanto fracasso estamos condenados a passar. A sombra estipula o grau de cuidado ou negligência que temos com nosso corpo, a quantidade de peso extra que carregamos na barriga e o nível de prazer que nos permitimos sentir, dar e receber. A sombra nos lança em papéis predeterminados que seguimos cegamente, desde o trabalho até o amor.
Sem que saibamos, a sombra é a autora de um roteiro anteriormente escrito que se desdobra em ação, em momentos de medo, dor ou conflito, ou quando estamos simplesmente cuidando de nossos assuntos no piloto automático. Se for deixada sem atenção, a sombra irá emergir da escuridão para sabotar nossa vida quando menos esperarmos.
A sombra determina se respeitaremos nossos filhos e confiaremos que cresçam independentes, como adultos capazes, ou se tentaremos moldá-los para serem tudo que não somos.  Quando encurralados, será que soltaremos nossa ira ou nos recolheremos em silêncio venenoso? A sombra é um oráculo que pode prever todos os nossos comportamentos e revelar o que nos torna as pessoas que somos hoje. O que decide se seremos produtivos, membros influentes da sociedade ou almas perdidas? Quando expomos nosso lado sombrio, entendemos como nosso histórico pessoal dita a forma que tratamos os que estão ao nosso redor e como tratamos a nós mesmos.
Por isso é imperativo que a desmascaremos e compreendamos. Para fazê-lo, precisamos expor o que encobrimos e nos aproximarmos dos mesmos impulsos e características que abominamos. A sombra determina se viveremos uma vida feliz, bem–sucedida, uma existência sem estresse, ou se lutaremos com nossas finanças, relacionamentos, carreira, temperamento, integridade, imagem pessoal ou dependência. O I Ching  nos diz: “Somente quando tivermos coragem para encarar as coisas exatamente como elas são, sem decepção pessoal ou ilusão, uma luz se desvendará dos acontecimentos, através da qual o caminho para o sucesso será reconhecido”.
Somente na presença do compromisso inabalável de enfrentar nossos demônios é que a porta para a descoberta pessoal se abre.
Não podemos seguir a jornada rumo ao lado sombrio para um rápido mergulho ou uma tarde de lazer. Para entender nossa sombra completamente, é preciso estar disposto a abrir mão do que achamos que sabemos. Isso requer a força de um leão enjaulado para abrir as portas da cela que nós mesmos acorrentamos, há muito tempo. A ótima novidade é que nascemos com um desejo ardente de evoluir e crescer, de nos abrir, de nos expandir ao todo. E eu vou afirmar que todos nós temos ao menos um lugar onde secretamente desejamos ser mais, experimentar mais. É ali que nossa sombra espera, pacientemente, para que venhamos recuperar o poder dos recessos sombrios de nossa mente inconsciente.
Assim que entramos em contato com nosso lado sombrio, o instinto inicial é nos afastarmos, e o segundo instinto é barganhar com ele para nos deixar em paz. Muitos de nós já gastaram muito tempo e dinheiro para fazer exatamente isso. Ironicamente, são esses aspectos ocultos e sentimentos rejeitados que mais precisam de atenção. Quando trancamos essas partes das quais desgostamos, não sabemos que estamos lacrando nossos talentos mais valiosos. A razão para fazer o trabalho da sombra é se tornar pleno, parar de sofrer, parar de se esconder de si mesmo. Uma vez que o fizermos, podemos parar de nos esconder do resto do mundo.
Precisamos abraçar nossa sombra para que possamos conhecer a liberdade de viver uma vida transparente, para nos sentirmos livres o suficiente e convidarmos outros a entrar em nossa vida — para deixarmos que os outros saibam a verdade sobre nossas finanças, nosso passado e nossos relacionamentos — sem que sejamos tomados pelo medo de que nossa persona seja elucidada, expondo a pessoa que vínhamos tentando não ser. Quando nossa preciosa energia não está atada à camuflagem dos impulsos autodestrutivos, ou ocupada em compensá-los, somos brindados com a dádiva da clareza e motivação de que precisamos para construir uma base inabalável para um futuro inspirador.


O efeito sombra – Deepak Chopra


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

PROGRAMANDO SUA VIDA








A grande realidade é que somos espíritos, consciências ou inteligências. Você é o programador de seu próprio cérebro, o condutor e diretor de tudo o que ocorre em seu corpo. Levando em conta essa realidade, meu filho, você pode vislumbrar a importância do pensamento para a programação de sua vida e felicidade. Então, não seria apropriado que meu filho atentasse para a qualidade de seus pensamentos? Sendo assim, tanto ao iniciar o dia como ao chegar a seu termo, na hora de repousar, que tal dar um tempo para que seu espírito imprima nas células nervosas as imagens e mensagens que você deseja ver em seu cotidiano? Uma prece, um breve momento de tranqüilidade ou de meditação será o suficiente para o início de experiências agradáveis.

E se os pensamentos influem tanto na interpretação dos fatos da vida, imagine o poder de suas emoções! Os cinco sentidos são portas abertas para captar as impressões do mundo, entretanto as emoções reafirmam a ordem mental. Quem sabe possamos modificar esse programa que fizemos para nossa vida? Pensamentos e emoções de qualidade darão melhor excelência às nossas experiências.

Sejamos menos dramáticos em nossa forma de avaliar os fatos e as notícias que nos chegam. Desenvolvamos a capacidade, meu filho, de ver tudo com naturalidade e assim compreender melhor as mensagens que estão estampadas nos acontecimentos. Dramatizar não resolve absolutamente nada. Não se contente com a angústia, nem se conforme ou se habitue ao fracasso e pessimismo. Trabalhe, ore e confie para que seu corpo, sua vida e suas experiências sejam o melhor possível.


Alforria/ Pai João de Aruanda/Robson Pinheiro

MEU VAZIO

Fecho os olhos


Mergulho para dentro do nada
Atravesso as camadas superficiais da existência
Mergulho mais fundo ainda
Chego em lugar nenhum
Chego no nada...



Nesse vazio repouso na graça do Ser.
Medito no abstrato de não ser ninguém.


Desprendo-me da razão

E sou guiado na escuridão

O escuro do vazio
Sem forma, sem cor, sem cheiro, sem emoções, sem medo, sem nada
Vazio.

No meu vazio, realizo-me na imensidão da leveza cósmica.
Completo-me com asas da liberdade.
Liberto-me de tudo.
Liberto-me da própria existência
Sem nada
Sem pensamentos
Sem mente
Sem eu, sem buscas.

Chego no vazio e não há espaço para mais nada
O vazio está absoluto.
O vazio me realiza no Deus que eu sou
Leva-me para lugar nenhum
Transforma-me em mim mesmo
Assim completamente vazio.

Davi dos Anjos Luz

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O PERDÃO É UMA PRÁTICA DE CURA



O perdão, quando bem compreendido, é um instrumento de cura. Frequentemente ficamos doentes porque não perdoamos e o rancor e a cólera nos corroem o fígado e os rins. A questão é como manter juntos o perdão e a justiça, o olho da verdade e o olho da misericórdia.
Creio que não devemos perdoar muito rápido. É necessário, antes de perdoarmos, que expressemos o sofrimento pelo que nos foi feito e a isso chamo justiça. O sinal-da-cruz, tal como era feito nos doze primeiros séculos de nossa era, expressava bem esse sentimento. Começava-se por uma linha vertical, da testa ao peito, em seguida levava-se a mão ao ombro direito e depois ao esquerdo (atualmente faz-se o contrário), simbolizando a passagem da justiça para a misericórdia. Começando sempre pela justiça, exigindo que fosse reconhecido o mal que foi feito, o inaceitável de certas situações e de certas violências. Portanto, o pedido de justiça é essencial. Mas é essencial, também, ir além da justiça, em direção à misericórdia, em direção ao perdão, em direção ao lado que é o lado do coração.
O que é o perdão? 
O perdão é não aprisionar o outro nas consequências negativas de seus atos. É não nos aprisionarmos ou aprisionarmos o outro no carma. O perdão é a própria condição para que nossa vida continue a ser vivível. 
Se não perdoarmos uns aos outros, a vida vai se tornar impossível de ser vivida.
Como fazer para que este perdão se torne algo verdadeiro? 
- Platão dizia: “Aquele que tudo compreende, tudo perdoa”. 
Aquele que se conhece a si mesmo, com suas ambiguidades, pode compreender o outro em suas sombras. Portanto, inicialmente, o perdão pode ser uma questão de inteligência, de compreensão. Perdoar você significa que eu o compreendo, mas não quer dizer que o que você fez é bom. Compreendo que você é um ser humano, que é capaz de me enganar como eu próprio faria se, provavelmente, estivesse nas mesmas condições.
A atitude de Cristo aos que queriam lapidar a mulher adúltera é: 
-“Aquele que estiver sem pecado atire a primeira pedra”. 
Lembrem-se como aos poucos todos se retiram, do mais velho ao mais jovem. Nesse caso Jesus se serve da Sagrada Escritura, não para mostrar aos outros como eles são pecadores, mas para fazê-la de espelho onde eles podem ver suas fraquezas, suas falhas e compreender as dos outros, não os aprisionando nas consequências negativas de seus atos.
Além de perdoar com a cabeça é preciso perdoar com o coração e, vocês sabem, o corpo é o último que perdoa. Se alguém lhes fez mal, se lhes causou sofrimento, vocês podem tê-lo perdoado com a “cabeça”, tê-lo compreendido com o coração, pensar que o passado passou. Entretanto, quando essa pessoa se aproxima, seu corpo se crispa e se enrijece mostrando bem que ele ainda não perdoou, que muitas memórias estão ainda bem guardadas.
Creio que é verdadeiramente uma graça quando nos encontramos perto de alguém que nos tenha feito mal e sentimos nosso corpo calmo, nosso coração límpido. Podemos dizer que, verdadeiramente, estamos curados. Por isso, creio que o perdão é uma prática de cura.
No Pai-nosso se diz: Perdoai-nos do mesmo modo como perdoamos. 
Como se o dom da vida só pudesse circular em nós dependendo de nossa capacidade de perdão. Se não perdoamos ficamos prisioneiros, bloqueados em uma situação, em um rancor, e a vida não pode circular.
Perdoar não é fácil.
Quando eu era jovem padre e morava no interior da França, todos os domingos levava uma senhora paralítica à missa. Ela era portadora de esclerose em placas. Um dia contou-me do ódio que nutria pela mãe porque a tinha impedido de casar-se com o homem que amava, e, apesar disso, passara a vida inteira cuidando da mãe, ocupando-se dela. Apesar de exteriormente comportar-se como uma mulher respeitável e admirável, dizia-me que em seu interior só havia raiva. A dureza de seu coração impregnara seu corpo, transformando-o em corpo rígido e paralisado. Assim, as doenças psicossomáticas têm, às vezes, uma origem espiritual.
Disse a esta senhora: 
“Já que você é cristã pode perdoar sua mãe”. 
Tornou-se encolerizada e, com uma raiva muito densa e muito íntima, respondeu-me: “Não, não, jamais a perdoarei. Minha mãe impediu-me de viver, o que sinto por ela é um veneno que levarei ao túmulo”. 
Neste momento compreendi o meu erro e lhe disse: 
“Você tem razão. O que você viveu é imperdoável. Você não pode perdoar quem a impediu de viver. Mas pense, creia, o Cristo que existe em você pode perdoá-la”.Atualmente eu lhe diria: 
“O ego não pode perdoar: Não se deve tentar perdoar com o ego. Entretanto, talvez o self possa perdoar. Talvez haja dentro de nós uma dimensão maior que nós mesmos, que pode compreender e perdoar”. 
Passaram-se cinco longos minutos. Em dado momento vi uma lágrima correr pela face daquela senhora. Ela chorou, chorou muito. Levantou-se da cadeira de rodas e saiu andando de seu quarto. Há mais de quarenta anos não chorava, há mais de dez anos não andava. Esse é o milagre do perdão.
Muitas vezes, está acima de nossas forças perdoarmos a partir de nosso pequeno ego. Se disséssemos “eu te perdoo”, seríamos hipócritas, pois nosso corpo e nosso coração não conseguem perdoar. Porém, podemos abrir-nos a uma dimensão mais vasta que nós mesmos e então o perdão pode chegar.
O perdão não é humano, é um ato divino. Quando Jesus perdoa, seja a mulher adúltera, seja Miriam de Magdala, seja um “colaborador” como Zaqueu, os fariseus que o cercam se perguntam: 
“Quem é este homem que perdoa? Pois só Deus pode perdoar”.
Assim, é preciso lembrar que, cada vez que perdoamos depois de termos pedido justiça, acordamos para uma dimensão divina de nós mesmos. O perdão é um exercício de divinização onde o humano se torna divino. Continuando humano, temos que reclamar justiça e, quando for possível, dizer o que foi mau ou destrutivo para nós e pedir uma reparação. Também somos capazes de misericórdia e de perdão. Portanto, é preciso que mantenhamos juntas a justiça e a misericórdia. São dois olhos, às vezes, estrábicos. Podemos esquecer a justiça e nosso perdão ser superficial, podemos esquecer o perdão e partimos para uma justiça inquisitorial.
Jean Yves Leloup

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O HOMEM É AQUILO QUE ELE PENSA




"A persistência em determinada linha de pensamento, seja ela boa ou má, não pode deixar de produzir seus efeitos sobre o caráter e as circunstâncias. Ninguém pode escolher diretamente as circunstâncias de sua vida, mas podemos escolher nossos pensamentos, e assim, indireta, porém seguramente , moldar nossa situação.
A natureza ajuda todo homem n gratificação dos pensamentos que ele mais estimula, e apresentam-se oportunidades que trazem mais rapidamente à tona tanto os maus como os bons pensamentos.
Ponha um homem paradeiro a seus pensamentos pecaminosos e o mundo todo abrandará em torno dele, mostrando-se pronto para ajudá-lo; afaste ele seus pensamentos fracos e doentios e- maravilha\!! - de todos os lados surgirão oportunidades para  suas enérgicas  resoluções; que ele encoraje seus bons pensamentos, e nenhum mau destino o amarrará à miséria e à vergonha. O mundo é o seu caleidoscópio, e as múltiplas combinações de cores que a cada minuto sucessivo de apresenta a você são as imagens estranhamente adaptadas de seus pensamentos em permanente mutação."
" Tú serás aquilo que desejares ser;
   Deixa que o fracasso descubra o seu falso conteúdo
   Nas "circunstâncias" desse pobre mundo.
   O espírito, porém, o despreza e é livre.
"  Ele domina o tempo  e conquista o espaço;
   Ele intimida o Acaso, esse presumido embusteiro,
   E ordena à tirana Circunstância
  Que troque a coroa pelo posto de escrava.
" A humana Vontade , essa invisível força
  Nascida de uma alma imortal
  Pode abrir caminhos para qualquer meta
  Embora muros de granito se lhe anteponham.
  " Não te impaciente a longa espera
  Suporta a como alguém que compreende;
  Quando o espírito se ergue e assume o comando,
  Os deuses estão prontos para obedecer"

trecho do livro  "O Homem é aquilo que ele pensa "  James Allen

sábado, 4 de janeiro de 2014

NÃO SER PERFEITO


Não ser perfeito é o que te torna humano. A partir do momento em que aceitamos nossas imperfeições e passamos a encará-las como parte da nossa evolução, deixamos de lado a culpa, pois como me disse um grande amigo Ubirajara Granthon, "O MUNDO NÃO PARA SE VOCÊ ERRAR" e todo erro é uma tentativa de acerto, pois as nossas atitudes são baseadas na nossa maturidade atua. O erro de ontem não se repetirá até que tenhamos amadurecido , ou seja , aprendido a acertar. Grandes empreendedores em todos as áreas consideram que podem errar , mas não desistem quando algo não dá certo por conta de um erro, ao contrário, eles param analisam, recalculam e começam novamente, mais maduros e experientes. E assim funciona com qualquer um de nós. 

Desta forma sejamos empreendedores na nossa evolução. Libertemo-nos da culpa , do orgulho que é um grande companheiro da vergonha (principalmente aquela do tipo "o que os outros pensam") , do fracasso , pois se não nos libertarmos deles,  eles continuarão a nos seguir. Ao contrário disto, como nos ensina a filosofia ZEN vamos esvaziar nossas xícaras. Nos dar um tempo , respirar e abrir espaço para as  forças positivas como a coragem , a fé , foco e determinação nos nossos objetivos. Lembrando sempre que nós temos o poder de mudar as nossas vidas. No universo existe uma grande energia que pode nos impulsionar para crescer. Esta energia está em NÓS e se chama DEUS e com certeza Ele nos ama , compreende , perdoa e não nos julga se falharmos , ao contrário com seu infinito amor ele nos dá sempre novas chances de acertarmos. 
Bruno Campista

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

MENSAGEM DOS MESTRES PARA O ANO NOVO



"Vivemos um momento de profundas e significativas transformações. Está havendo uma mudança das coordenadas que sustentam a consciência do planeta, o que permite o acesso a dimensões do Ser até então inacessíveis. Isso gera sensação de aceleração. Muitos carmas podem ser dissolvidos, porém esse processo também tende a provocar tumulto interno. O acesso a conteúdos desconhecidos pode causar ansiedade, depressão ou estagnação. As crises econômica, climática e de sustentabilidade são reflexos dessa mudança de eixo interna. Tenho chamado esse fenômeno de parivartan, palavra em sânscrito para essa grande transformação planetária. Trata-se de um movimento de transição da consciência: do medo à confiança, do ódio ao amor, do estado de separação para a união, ou, ainda, do egoísmo para o altruísmo. Toda mudança envolve três fases: término, zona neutra (espera) e recomeço. O término se assemelha à morte. É a destruição daquilo que precisa ir embora, e isso significa a queda das paredes da nossa prisão. Mas, estando identificados com o que precisa ir embora, sofremos o terror do aniquilamento. O autoconhecimento é o antídoto para esse sofrimento, pois o que atrasa a transição são os sentimentos negados, sobretudo, mágoas e ressentimentos. Como sei que não basta dizer largue o passado, o que sugiro para o ano de 2013 é: revise sua vida. Identifique as contas abertas com sua família, renuncie aos pactos de vingança. Abra-se ao amor através da ativação dos seus dons. Coloque-se a serviço.”
Sri Prem Baba, psicólogo brasileiro e mestre da antiga linhagem Sachcha (verdade irrefutável, em sânscrito), da Índia. Fundador do Sachcha Mission Ashram, no interior de São Paulo.