terça-feira, 8 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
domingo, 6 de outubro de 2013
TRANSFORMAR
A gente sabe de tanto ouvir que a medicina da Borboleta, seu ensinamento, trata de transformação. Mas nem todos tiveram a oportunidade de parar e compreender o que significa e como se dá a transformação. Usando a mesma Borboleta como exemplo, direi que a transformação não se trata de eliminar algo próprio em função de algo inexistente em nós. Se trata de dar um mergulho profundo em nossa composição interna, redistribuindo, reorganizando, requalificando e encontrando novas fórmulas de combinar nossos próprios ingredientes internos. A Lagarta, quando entra em seu casulo, não sabe que sairá de lá uma Borboleta. Ela simplesmente mergulha em si mesma, vê sua composição interna profunda e a refaz, utilizando o mesmo material que já a compunha antes, mas de outra maneira: ela muda suas cadeias de DNA. O DNA da Lagarta não é o mesmo da Borboleta, no entanto foi feito da mesma substância que já estava lá, dos mesmos componentes, que apenas trocaram de lugar. Isso me diz quanto nos desconhecemos antes de uma transformação e que cada vez que passamos por uma, nos conhecemos mais. Isso me diz que não há nada no ser humano que seja ruim e que necessite de eliminação, ao contrário, há apenas ingredientes que ainda não foram reconhecidos ou não foram colocados no lugar em que serão bem aproveitados. E me faz pensar: Quão infinitas são as possibilidades de potenciais adormecidos (asas que ainda não nasceram) que abrigamos? Quão infinitas são as possibilidades de combinações que podemos criar em nós e em que seres cada vez mais esplêndidos podemos nos transformar sem no entanto incorporar algo que não nos pertence nem eliminar parte alguma de nossa essência básica?
Bem, convido à medicina da Borboleta, que é também uma mensagem de Primavera: renascer de dentro de si mesmo, descobrir onde se escondem dentro de nós as asas que ainda não utilizamos, e permitir que sejam banhadas pelo Sol e espalhem sua cor, renovando no processo nossa consciência sobre quem somos e do que somos feitos e ampliando a aceitação dos elementos que vivem dentro de nós.
Abençoados Sejam!
Xamãs das Montanhas/Corvo Negro!
CONTIGO MESMO
“... O dever começa precisamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranqüilidade do vosso próximo; termina no limite que não gostaríeis de ver ultrapassado em relação a vós mesmos...”
Como decifrar o dever? De que maneira observar o dever íntimo impresso na consciência, diante de tantos deveres sociais, profissionais e afetivos que muitas vezes nos impõem caminhos divergentes?
Efetivamente, nasceste e cresceste apenas para ser único no mundo. Em lugar algum existe alguém igual a tua maneira de ser; portanto, não podes perder de vista essa verdade, para encontrar o dever que te compete diante da vida.
Teu primordial compromisso é contigo mesmo, e tua tarefa mais importante na Terra, para a qual és o único preparado, é desenvolver tua individualidade no transcorrer de tua longa jornada evolutiva.
A preocupação com os deveres alheios provoca teu distanciamento das próprias responsabilidades, pois não concretizas teus ideais nem deixas que os outros cumpram com suas funções. Não nos referimos aqui à ajuda real, que é sempre importante, mas à intromissão nas competências do próximo, impedindo-o de adquirir autonomia e vida própria.
Assumir deveres dos outros é sabotar os relacionamentos que poderiam ser prósperos e duradouros. Por não compreenderes bem teu interior, é que te comparas aos outros, esquecendo-te de que nenhum de nós está predestinado a receber, ao mesmo tempo, os mesmos ensinamentos e a fazer as mesmas coisas,
pois existem inúmeras formas de viver e de evoluir. Lembra-te de que deves importar-te somente com a tua maneira de ser.
Não podemos nos esquecer de que aquele que se compara com os outros acaba se sentindo elevado ou rebaixado. Nunca se dá o devido valor e nunca se conhece verdadeiramente.
Teus empenhos íntimos deverão ser voltados apenas para tua pessoa, e nunca deverás tentar acomodar pontos de vista diversos, porque, além de te perderes, não ajustarás os limites onde começa a ameaça à tua felicidade, ou à felicidade do teu próximo.
Muitos acreditam que seus deveres são corrigir e reprimir as atitudes alheias. Vivem em constantes flutuações existenciais por não saberem esperar o fluxo da vida agir naturalmente.
Asseveram sempre que suas obrigações são em ―nome da salvação‖ e, dessa forma, controlam as coisas ou as forçam acontecer, quando e como querem.
Dizem: ―Fazemos isso porque só estamos tentando ajudar‖. Forçam eventos, escrevem roteiros, fazem o que for necessário para garantir que os atores e as cenas tenham o desempenho e o desenlace que determinaram e acreditam, insistentemente, que seu dever é salvar almas, não percebendo que só podem salvar a si próprios.
Nosso dever é redescobrir o que é verdadeiro para nós e não esconder nossos sentimentos de qualquer pessoa ou de nós mesmos, mas sim ter liberdade e segurança em nossas relações pessoais, para decidirmos seguir na direção que escolhemos. Não ―devemos‖ ser o que nossos pais ou a sociedade querem nos impor ou definir como melhor. Precisamos compreender que nossos objetivos e finalidades de vida têm valor unicamente para nós; os dos outros, particularmente para eles.
Obrigação pode ser conceituada como sendo o que deveríamos fazer para agradar as pessoas, ou para nos enquadrar no que elas esperam de nós; já o dever é um processo de auscultar a nós mesmos, descortinando nossa estrada interior, para, logo após, materializá-la num processo lento e constante.
Ao decifrarmos nosso real dever, uma sensação de auto-realização toma
conta de nossa atmosfera espiritual, e passamos a apreciar os verdadeiros e fundamentais valores da vida, associados a um prazer inexplicável.
Lembremo-nos da afirmação do espírito Lázaro em ―O Evangelho Segundo o Espiritismo‖: ―O dever é a obrigação moral, diante de si mesmo primeiro, e dos outros em seguida‖.7
Renovando Atitudes /Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed
sábado, 5 de outubro de 2013
ESPIRITUALIDADE DOS ÍNDIOS( AMERICANOS)
“Eu estou cego e não vejo as coisas destes mundo; mas quando a Luz desce do Alto e ilumina o meu coração, então vejo, porque o Olho do coração tudo vê. O coração é um santuário no centro do qual existe um pequeno espaço onde o Grande Espírito vive, e este espaço é o Olho. É o Olho do Grande Espírito, com o qual Ele vê todas as coisas e através do qual nós O podemos ver. Se o coração não é puro, o Grande Espírito não pode ser visto, e a alma daquele que morre nesta ignorância não pode regressar imediatamente para o Grande Espírito, ela terá de ser purificada através da vivência na terra. Para conheceres o centro do coração onde reside o Grande Espírito terás de ser bom e puro e viver da forma que o Grande Espírito nos ensinou. O homem que for assim puro contém o Universo no espaço do seu coração.”
“Talvez a razão mais importante para a “busca da visão” seja a que nos ajuda a compreender a nossa unidade com todas as coisas, a conhecer que todas as coisas são nossas parentes; e assim, em nome de todas as coisas, rezamos a Wakan Tanka para Ele nos dar o conhecimento da Sua existência, o qual é a origem de todas as coisas e, ainda assim, maior que todas as coisas.”
Black Elk
Oglala Lakota
Retirado e traduzido de “Indian Spirit”, editado por Michael Oren Fitzgerald & Judith Fitzgerald. Publicado por World Wisdom, Inc., 2006.
http://opiniaohumanista.blogspot.com.br/2013/06/a-maravilhosa-sabedoria-indigena.htmlhttps://www.google.com.br/
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
COMO OS PARASITAS ENERGÉTICOS AFETAM O SER HUMANO.
Como os parasitas energéticos afetam o ser humano e em que regiões ou órgãos eles atuam com maior intensidade?
As energias malsãs ou criações mentais agem de acordo com a fragilidade deste ou daquele organismo humano.
Em alguns, a concentração de formas-pensamento desorganizadas e de natureza vampiresca alojam-se na região correspondente ao córtex cerebral e nas próprias sinapses, absorvendo as energias que transitam pela área encefálica. Causam diversos distúrbios do sono, acompanhados de uma espécie de inquietação, o que ocasiona um aumento substancial de preocupações, na maioria das vezes à noite, quando a pessoa deveria estar repousando.O centro cerebral e o chacra coronário são especialmente visados, de modo que este importante núcleo de energias perde gradativamente a capacidade de transmutação das energias superiores que irrigam a estrutura energética humana.
É natural que, a partir de então, certas funções regidas pelo chacra coronário passem a transcorrer com anormalidade. Acentuam-se fenômenos como capacidade de concentração, perda de memória e maior dificuldade para lembrar-se de fatos, lugares, números e outros aspectos associados à memória atual. Esses sintomas podem estar ligados á ação de parasitas ou criações mentais e formas-pensamento daninhas dos ambientes por onde a pessoa transita, não raras vezes sutentadas por ela.
Outro local bastante comum de se encontrar esse tipo energético é na ramificação do sistema nervoso ao longo da coluna vertebral. Aí a ação do comportamento parasitário se faz sentir por meio de irritabilidade , agressividade, ansiedade e, em alguma medida, através de alguns tiques nervosos que o indivídui passa a apresentar, a partir de dado momento em que entra em sintonia vibratória com tais seres de natureza energética e astral ou com as criações mentais enfermiças.
Além dessas áreas, vemos com frequência essas formas perniciosas acometerem o plexo solar do indivíduo, provocando e acentuando desarmonias e descontroles emocionais algumas vezes já existentes. Mudança constante de humor, sentimento de culpa e inferioridade, aumento de medos e fobias, sensação de abandono, perda de vitalidade e melancolia são apenas alguns dos efeitos que podemos atribuir à ação de parasitas na delicada estrutura do duplo etérico tanto quanto do perispírito.
Infelizmente, tornou-se comum aos habitantes do planeta Terra, principalmente aos mais jovens, a frequência a lugares onde proliferam criações mentais e emocionais de teor parasita.Ambientes onde muita gente se acotovela, onde se reúnem pessoas perturbadas e sem nenhum ideal nobre, onde o uso de drogas em larga escala é consentido e considerado normal são alguns exemplos de locais em que parasitas energéticos são ciados e mantidos pelos pensamentos e emoções dos encarnados e onde, na maioria das vezes, pessoas adquirem o quadro de contaminação fluídica.
Pai João de Aruanda por Robson Pinheiro em Magos negros.
Nota: É preciso que nos conscientizemos que precisamos vigiar nossos pensamentos. Perceber que tipos de sentimentos alimentamos. É preciso um esforço no sentido de combatermos o bom combate e de termos ciência de que não somos vítimas deste ataque , mas sim entramos em sintonia , pelo processo de atração, criamos e alimentamos formas-pensamento nocivas que criam vida própria e passam a viver na nossa intimidade e fazer parte do nosso mundo mental e emocional, se manifestando no físico na forma de doenças e desequilíbrios de toda ordem.
Orai e vigiai, disse o mestre Jesus!
Suzana Campista
ALIMENTE UMA PLANTA
À primeira vista, esta pode parecer uma sugestão superficial e estranha. Qual será o bem que alimentar uma planta pode lhe fazer?
Um dos objetivos da vida espiritual e um dos requisitos para a paz interior é aprender a amar incondicionalmente. O problema é que é realmente muito difícil amar uma pessoa, qualquer uma incondicionalmente. A pessoa que estamos tentando amar inevitavelmente diz ou faz algo errado, ou não corresponde às nossas expectativas de alguma maneira. Então ficamos aborrecidos e impomos condições ao nosso amor. " Eu o amarei, mas você terá que mudar. Terá que se comportar do modo que eu quero que se comporte".
Muitas pessoas amam melhor seus animaizinhos de estimação do que pessoas que as cercam. Mas amar um animalzinho incondicionalmente é igualmente difícil. O que acontece quando seu cachorro o acorda com latidos desnecessários no meio da noite ou arruína sem querer seu tapete favorito? Será que você prossegue em seu amor? Certamente até que sim, como continuará amando as pessoas, mas provavelmente naquele momento, irá manifestar sua insatisfação de ter que conviver com aquele jeito do seu animal, assim como o de uma pessoa que a desagrada e de certa forma isto começa a gerar conflitos na relação.
Uma planta, no entanto, é fácil de ser amada tal como é. Por isso, alimentar uma planta nos oferece uma excelente oportunidade de praticar o amor incondicional.
Porque será que praticamnete todas as tradições espirituais advogam a incondicionalidade do amor? Porque o amor tem grande poder de transformação.Amor incondicional faz surgir sentimentos pacíficos em quem dá e em quem recebe.
Escolha uma planta, de dentro ou de fora de casa, uma que você veja todos os dias. Pratique tomar conta e amar esta planta como se ela fosse um bebê ( É mais fácil tomar conta de uma planta do que de um bebê, apesar das delícias de um bebê, mas nada de noites em claro, fraldas , choro). Fale com sua planta, diga a ela o quanto a ama. Ame sua planta, quer ela brote, quer não, quer viva, quer morra. Ame-a simplesmente. Perceba como você se sente ao oferecer a esta planta seu amor incondicional.Quando você consegue oferecer este tipo de amor, você nunca se sente agitado, irritado ou apressado.Está, apenas, num espaço de amor. Pratique este tipo de amor todas as vezes que vir sua planta, pelo menos uma vez por dia.
Depois de um certo tempo, você provavelmente saberá entender seu amor a outras coisas além dela. Quando sentir como é bom este amor, experimente oferece-lo às pessoas em sua vida. Pratique não querer que elas mudem ou sejam diferentes para merecer o seu amor. Ame-as pelo que são, pura e simplesmente. Sua planta pode ser uma mestra maravilhosa-mostrando-lhe o poder do amor.
Richard Carlson/Não faça tempestade em copo d'água.
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